quinta-feira

Metas de Aprendizagem





Conhecer e compreender o novo mapa político da Europa após a queda do Império Romano do Ocidente

1. Enumerar as razões da queda do Império Romano do Ocidente.
2. Caracterizar os povos bárbaros.
3. Identificar os povos invasores e os respectivos locais de fixação.
4. Comparar a unidade política do Império Romano com a fragmentação ocorrida após as invasões bárbaras e, mais tarde, a sua recomposição a partir da estruturação de diversos reinos.
5. Reconhecer as invasões bárbaras como marco de periodização clássica (passagem da “Antiguidade” à “Idade Média”).

Compreender as relações entre o clima de insegurança e o predomínio de uma economia
ruralizada na Alta Idade Média com a organização da sociedade medieval

1. Relacionar as invasões bárbaras do século V e a nova vaga de invasões entre o século VIII e o século X com o clima de insegurança e a recessão económica verificada.
2. Caracterizar a economia europeia da Alta Idade Média, sublinhando o seu caráter de subsistência.
3. Justificar o reforço do poder dos grandes senhores (proprietários e líderes militares ou religiosos) perante a incapacidade régia em garantir a defesa das populações.
4. Salientar o duplo poder senhorial sobre a terra e sobre os homens.
5. Caracterizar as relações de dependência entre as ordens privilegiadas.
6. Caracterizar a sociedade trinitária medieval, salientando a divisão em ordens consoante a função e o nascimento, a mobilidade social reduzida, as profundas clivagens entre ordens privilegiadas e não privilegiadas e o papel da igreja na manutenção da ordem vigente.
7. Enumerar os privilégios do clero e da nobreza e as obrigações dos camponeses.

Conhecer e compreender as características fundamentais das expressões culturais e
artísticas

1. Identificar as características principais da arte românica na arquitetura, pintura e escultura.

O mundo muçulmano em expansão
1. Conhecer e compreender a génese e expansão do islamismo
1. Localizar no tempo e no espaço o aparecimento da religião islâmica.

Conhecer e compreender a ocupação muçulmana e a resistência cristã na Península
Ibérica

1. Localizar no tempo a ocupação e presença na Península Ibérica da civilização muçulmana.
2. Localizar no espaço e no tempo o início do processo de reconquista cristã, salientando o seu carácter lento e os seus avanços e recuos.
3. Relacionar o processo de Reconquista com a formação dos reinos ibéricos.

Conhecer e compreender as interações entre o mundo muçulmano e o mundo cristão

1.Indicar os principais contributos da cultura muçulmana para a cultura ibérica.
5. Identificar no espaço português vestígios materiais e imateriais da cultura muçulmana.


Conhecer e compreender a formação do reino de Portugal num contexto de reconquista
cristã

1. Localizar no espaço o condado Portucalense, sublinhando a sua dependência política em relação ao reino de Leão.
2. Relacionar a oposição da nobreza do condado portucalense à ação política de D. Teresa com a subida ao poder de D. Afonso Henriques.
3. Caracterizar a ação política e militar de D. Afonso Henriques.
4. Conhecer os documentos que formalizaram o reino de Portugal.
5. Sintetizar as principais etapas da formação do reino de Portugal.


Conhecer e compreender as transformações da economia europeia do século XII ao XIV

1. Justificar o crescimento demográfico nos séculos XII e XIII.
2. Relacionar os progressos na produção agrícola com o incremento das trocas a nível local, regional e internacional e consequente reanimação das cidades.

Conhecer e compreender algumas das características da organização do poder entre os
séculos XII e o XIV

1. Salientar a persistência do poder dos senhores e a sua autonomia face ao poder régio, enumerando algumas expressões desse poder.
2. Assinalar o processo de fortalecimento do poder régio, sublinhando, contudo, a sua lentidão e as resistências dos senhores.
3. Reconhecer os concelhos (no espaço ibérico) como formas de organização político-administrativas que concediam alguma autonomia aos estratos populares face aos senhores. 



quarta-feira

A Formação da Cristandade Ocidental e a Sociedade Medieval
(breve resumo)


No séc. III-IV o Império Romano entra em crise:

Económica
População decresce
Escassez de mão-de-obra escrava
Produção agrícola e mineira decresce
Inflação
Escassez de metais preciosos
Político-militar
Disputas internas e instabilidade governativa
Desorganização militar
Dificuldade em manter coeso e seguro um império tão vasto (recurso a mercenários)
Corrupção dos agentes administrativos (governadores das províncias, etc.)
Pressão dos bárbaros nas fronteiras (Hunos e Germanos)


O imperador Teodósio, em 395, divide o Império em duas zonas:
Império Romano do Ocidente (com a capital em Roma)
Império Romano do Oriente (com a capital em Constantinopla)

Apesar disto, o exército continua a revoltar-se e não consegue evitar a entrada dos povos germânicos
que, em fuga perante a pressão dos Hunos e buscando terras férteis e riquezas, acabam por invadir e
conquistar Roma (476).

Com a queda de Roma, deixa de existir o Império Romano do Ocidente e surge um novo mapa político
da Europa com a formação dos reinos bárbaros. Constituíam-se assim os alicerces da Europa moderna
como um conjunto de Estados independentes, iniciando-se uma nova época histórica: a Idade Média.
Entre vencedores e vencidos as diferenças eram bastante acentuadas:
Língua
Costumes
Direito
Religião

No entanto, os Germanos acabariam por se deixar influenciar pela cultura e pelas instituições romanas
e cristãs. A civilização europeia ocidental resulta da fusão de todos esses elementos.

A partir do século VII a Igreja Católica iniciou uma ação de evangelização dos povos bárbaros, cujo
sucesso transformou o Cristianismo no único fator de unidade numa Europa politicamente dividida.
Este facto acabou por trazer à Igreja de Roma, e ao Papa, um enorme prestígio e influência quer no
plano religioso quer no político.


Nos séculos VIII, IX e X a Europa sofreu uma nova vaga de invasões: Muçulmanos, Vikings e Húngaros.
Estas invasões provocaram um clima de violência e insegurança junto das populações, conduzindo a
importantes alterações nas suas vidas:
Alterações económicas
Abandono das cidades
Destruição da economia mercantil e monetária
Predomínio de uma economia rural e de subsistência
Alterações sociais e políticas
Os monarcas, com enormes dificuldades em garantir a defesa dos seus reinos, tiveram de entregar parte das suas terras, e dos direitos sobre elas, aos nobres que o auxiliaram nas tarefas militares, vendo assim enfraquecido o seu poder político.
Os pequenos camponeses, incapazes de garantir a sua segurança, submeteram-se aos senhores das terras, cedendo-lhes os seus campos, em troca de proteção.Constitui-se assim a sociedade feudal.

Na sociedade feudal a maior riqueza é a posse de terra. Esta vai sendo distribuída pelo Rei (suserano
dos suseranos), como recompensa (pela ajuda na defesa ou conquista de territórios), aos grandes
senhores do clero e da nobreza que, em troca dessa terra (designada por feudo ou senhorio) e dos
direitos sobre ela, se tornam vassalos do Rei, a ele ficando ligados por laços de dependência, proteção e
fidelidade (relações feudo-vassálicas).

Os grandes senhores feudais, por sua vez, podem conceder proteção e parte das suas terras a outros nobres, fazendo destes seus vassalos.
Sobre as suas terras (o feudo) cada senhor feudal possui poderes:
fiscais (cobrança e arrecadação de impostos)
militares (possui exército privado)
judiciais (exerce a justiça)

Têm contudo algumas obrigações para com o Rei ou suserano (que lhe outorgou o feudo):
 deve prestar ajuda militar e conselho,
deve fidelidade
paga impostos
Nos domínios senhoriais, os camponeses trabalham a terra, entregam parte das colheitas, pagam
impostos e assumem ainda outras obrigações e tributos (como as “corveias” e as “banalidades”), em
troca de proteção.

Na base desta pirâmide social encontram-se os “servos da gleba” que dependem diretamente do
senhor, estão ligados à terra e não a podem abandonar.

A sociedade feudal é, assim, uma sociedade estratificada e fortemente hierarquizada:
Clero (“oradores”)
Nobreza (“defensores”)
Povo (“mantenedores”)
Nesta sociedade senhorial o poder real encontra-se enfraquecido. O rei, face aos restantes membros da nobreza, é apenas o "primus inter pares" (o primeiro entre iguais), deles dependendo económica e militarmente.
A religião impregna a vida quotidiana, domina o pensamento, a literatura, o ensino e a própria arte, dando origem a belos monumentos - as igrejas românicas e góticas.

Ao contrário do românico, uma arte essencialmente rural e de mosteiros, o gótico – ligado ao movimento de ressurgimento das cidades e à afirmação crescente de um novo grupo social (a burguesia), é uma arte urbana e de catedrais.

segunda-feira

Objectivos de Aprendizagem


Conhecer e compreender a formação do Império e o processo de romanização 

1. Localizar no espaço e no tempo a fundação da cidade de Roma e as várias etapas de expansão do seu império, destacando o processo de conquista da Península Ibérica.
2. Relacionar a expansão romana com a transformação do regime republicano em regime imperial.
3. Caracterizar a instituição imperial como poder absoluto e de caráter divinizado.
4. Explicar a eficácia dos fatores e agentes de integração dos povos vencidos no império.

Conhecer e compreender a organização económica e social da Roma imperial 

1. Demonstrar a intensa atividade económica no tempo do regime imperial (baseada numa economia urbana, comercial e monetária).
2. Descrever a organização social do Império romano, salientando o caráter hierarquizado e esclavagista da sociedade.
3. Relacionar as campanhas militares com a multiplicação do número de escravos. 5. Descrever o quotidiano dos vários grupos sociais na Roma imperial.

Conhecer e compreender a cultura e a arte romana 

1. Referir as principais características da arquitetura, escultura e pintura romanas.
2. Identificar as principais influências da arte romana.
3. Caracterizar a originalidade artística dos romanos, sublinhando o seu carácter prático, utilitário e monumental.
4. Reconhecer na arte romana uma forma de enaltecimento a Roma e ao Império (poesia épica, historiografia, escultura, arquitetura).
5. Enumerar os principais géneros literários cultivados pelos romanos e seus principais autores.

Compreender a origem e a expansão do Cristianismo no seio das expressões religiosas do mundo romano 

1. Verificar no panteão romano a existência de aceitação, influência e assimilação aos deuses dos povos com quem contactavam.
2. Salientar as origens hebraicas do Cristianismo.

Conhecer as marcas do mundo romano para as civilizações que lhe sucederam e para as sociedades atuais 

1. Reconhecer o direito como uma das grandes criações da civilização romana, base de grande parte dos sistemas jurídico-legais atuais.
2. Salientar a importância do latim na formação de várias línguas nacionais europeias.
3. Salientar a importância do modelo administrativo e urbano romano.
4. Reconhecer a qualidade da engenharia romana através da durabilidade das suas construções.
5. Enumerar aspetos do património material e imaterial legados pelos romanos no atual território nacional.



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domingo

Objectivos de Aprendizagem






Localizar no tempo e no espaço o início do Neolítico

Localizar geograficamente o aparecimento da agricultura.

Analisar as mudanças que o aparecimento da agricultura e da criação de gado trouxeram para o quotidiano do homem do Neolítico. (sedentarização, produção, acumulação de excedentes, divisão do trabalho, diferenciação social….)

Identificar os novos instrumentos e técnicas que surgiram nesta época.

Estabelecer uma relação entre a sedentarização e o surgimento da agricultura e da criação de gado

Justificar o uso do termo "Revolução Neolítica".

Explicar o aparecimento dos grupos sociais e as primeiras formas de diferenciação social

Distinguir as formas de culto do Neolítico daquelas que eram praticadas no Paleolítico.

Compreender e explicar  a divinização da mulher no período neolítico.

Reconhecer os diferentes monumentos megalíticos (em imagens, por exemplo).

Identificar as funções ou prováveis funções de cada um desses monumentos.

Localizar no espaço e no tempo as civilizações da Suméria, Egito, vale do Indo e vale do Rio Amarelo destacando a relação com as grandes planícies aluviais.

Destacar a crescente importância das atividades secundárias ( produção artesanal... ) e terciárias ( escrita, cálculo, engenharia, cobrança de impostos, comércio, ...) na passagem da aldeia à cidade.

Reconhecer a cidade como centro do comércio,  da produção artesanal,  do poder político, militar e religioso.

Aplicar o conceito de “civilização” a sociedades detentoras de grande complexidade.




Conceitos que deves dominar:



Crescente Fértil

Neolítico

Economia de produção

Sedentarização

Revolução Neolítica

Aldeamentos

Divisão do trabalho

Megalitismo

Diferenciação Social

Cultos Astrais

Cultos Agrários  

Deusa-Mãe

Cidade

Civilização

História


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terça-feira




As primeiras formas de diferenciação social

As Primeiras Civilizações




O que é uma Civilização?


Por Civilização podemos entender um conjunto de formas de vida, de costumes, de crenças, de instituições e de realizações técnicas e culturais que são comuns a uma determinada sociedade humana e a caracterizam. Assim, falamos da civilização chinesa, da civilização egípcia, da civilização suméria....
No imagem, podes ver a localização das cidades mais antigas que o homem já construiu e que foram centros muito importantes das civilizações que fundaram e ajudaram a desenvolver.




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Revolução Neolítica

segunda-feira

Conceitos




Crescente Fértil: região do Médio Oriente compreendendo os actuais Israel, Cisjordânia e Líbano bem como partes da Jordânia, da Síria, do Iraque, do Egipto e do sudeste da Turquia. O termo « Crescente Fértil » foi criado em referência ao facto de o arco formado pelas diferentes zonas se assemelhar a uma Lua crescente. Esta região é irrigada pelo Jordão, pelo Eufrates, pelo Tigre e pelo Nilo.
Foi lá que surgiram a agricultura e a pastorícia, que nasceram as primeiras aldeias, as primeiras cidades , as primeiras civilizações. Ali se inventou a escrita, o cálculo, a astronomia.... ali nasceu a História.

Neolítico:Período da Humanidade em que os seres humanos já usavam instrumentos em pedra polida(neo = novo+ Litos = pedra) e em que surgiram a agricultura, a pastorícia e a sedentarização (as primeiras aldeias).

Economia de produção: forma de vida em que os seres humanos já sabem produzir os alimentos de que necessitam para a sua alimentação, cultivando a terra (agricultura) e domesticando os animais (pastorícia).

Sedentarização: fixação permanente de um grupo humano num determinado local.

Revolução Neolítica: conjunto de transformações que se verificaram no período do neolítico.

Aldeamentos: primeiras formas de povoamento quando, no Neolítico, surgiu a agricultura e a sedentarização.

Divisão do trabalho: método de produção em que cada trabalhador se especializa numa função (surgem os diversos ofícios ou profissões).

Megálitos: monumentos do Neolítico constituídos por grandes blocos de pedra.

Localizar no espaço e no tempo


Revolução Neolítica- Breve Esquematização


Esquemas como este, são uma espécie de resumo visual de um aspecto histórico ou mesmo de um tema ou unidade de conteúdos que estejas a estudar. Dão as linhas gerais e são como os ramos de uma árvore despida no inverno. Precisam de estudo e reflexão para se encherem de folhas na Primavera.

Por isso, não te fies apenas em esquemas. Não são o abre-te sésamo ou a solução milagrosa que estavas à espera. Mas que podem ajudar, podem...

As Sociedades Produtoras


domingo

Instrumentos e Técnicas do Neolítico






Cestaria


Cerâmica

Enxó e foice









Habitação

O Neolítico


A revolução neolítica

As importantes e profundas transformações que ocorreram na vida do Homem por volta de 10.000-8.000 anos AC, e que tiveram por base a passagem de uma economia recolectora para uma economia produtora, levaram os historiadores a considerar que se verificou neste período uma verdadeira revolução - a revolução neolítica. De facto, em ape­nas alguns milénios, a vida do Homem alterou-se profundamente, em contraste com a lenta evolução do período anterior, que abrangeu centenas de milhares de anos.
Pelas suas condições geo­gráficas especiais, o Crescente Fértil, localizado entre os rios Nilo, Tigre e Eufrates, foi o berço das mais antigas aldeias neolíticas. A agricultura desen­volveu-se nas planícies inun­dadas pelas cheias periódicas desses rios; a pastorícia surgiu nos dois grandes planaltos ao norte do Crescente Fértil: o planalto da Anatólia na Ásia Menor (actual Turquia), ao Norte, e o planalto da Pérsia (actual Irão), a Nordeste

sábado

Agricultura e domesticação dos animais




Enquanto os grupos da Europa, de África e da Ásia continental viviam da caça, da pesca, da apanha e de colheitas itinerantes, outros grupos de pessoas que viviam no Próximo-Oriente passaram a colher cereais selvagens e a domesticar a cabra e o carneiro.

Ora, como é que tudo começou?

As comunidades habituadas a colher e guardar os cereais viram os grãos germinar e, logo, passaram a imitar a natureza, semeando a terra. Quanto aos animais, o contacto regu­lar com os caçadores afeiçoou-os a quem lhes dava alimento (o caso do porco e do carneiro).
Estas mudanças não se deram rapi­damente. As escavações arqueológi­cas têm vindo a mostrar que a pas­sagem do Paleolítico Superior para o Neolítico foi muito lenta, talvez cerca de dois mil anos. No início, a agri­cultura e a criação de gado apenas serviram de complemento à alimen­tação. A situação só se alterou após muito tempo.
G. Lafforgue, A Alta Antiguidade (adaptado)

TPC à distância


Partindo do esquema, tenta, no teu caderno, explicar o aparecimento das primeiras cidades. Onde surgiram? Que condições favoráveis propiciaram o seu nascimento? Que consequências tiveram o aumento da produção e a cada vez maior existência de excedentes?

sexta-feira

Da aldeia à cidade

A cidade, local de trocas e centro do poder político e religioso determinou a formação de novas classes sociais. Dentro do recinto urbano, dominavam dois poderosos grupos sociais: os sacerdotes, indispensáveis à obtenção de favores dos deuses para a comunidade; os altos funcionários do Estado, encarregados de pôr em execução as ordens do monarca. Ao seu serviço estava a maioria da população - os camponeses e os artífices e os escravos.

As cidades mais antigas do mundo




Muitas foram as alterações que se deram com a passa­gem da aldeia à cidade, isto é, com a Revolução Urbana - econo­mias mais desenvolvidas, sociedades hierarquizadas, poder polí­tico quase sempre centralizado, criações artísticas, intelectuais e religiosas mais ricas.

A Revolução Neolítica


Viver no Neolítico






Achas que a imagem retrata um ambiente paleolítico ou um ambiente neolítico? Justifica a tua escolha.

Metas de Aprendizagem 



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Conhecer o processo de hominização

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1. Localizar as regiões do mundo onde foram encontrados os primeiros vestígios dos processos de diferenciação da espécie humana, sublinhando a origem africana da Humanidade.
2. Reconhecer a proximidade do aparecimento do Homem no planeta quando comparado com a história da Terra.
3. Identificar as principais fases de evolução desde o Australopithecus ao Sapiens Sapiens, realçando a lentidão do processo.
4. Conhecer a importância da arqueologia para o estudo das primeiras comunidades humanas.
5. Explicitar o conceito de “documento histórico”.
6. Definir “Pré-História”.
7. Reconhecer o fabrico de instrumentos, o domínio do fogo e linguagem verbal como conquistas fundamentais no processo de hominização.



Conhecer e compreender as características das sociedades do Paleolítico

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1. Relacionar as profundas alterações climáticas com a distribuição geográfica dos primeiros grupos humanos.
2. Relacionar a recoleção com o nomadismo.
3. Relacionar metodologias de caça de animais de grande porte com a complexificação das interações humanas e com o crescimento da população.
4. Identificar os instrumentos fabricados pelo Homem, as respetivas funções e as implicações em termos de divisão técnica e sexual do trabalho.
5. Definir “Paleolítico”.
6. Descrever o modo de vida das primeiras sociedades humanas.


Compreender as vivências religiosas e as manifestações artísticas do Homem do Paleolítico

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1. Reconhecer a existência no paleolítico de crenças mágicas e religiosas e ritos funerários.
2. Indicar possíveis explicações para a religião e arte do paleolítico.
3. Distinguir arte móvel de arte rupestre, referindo exemplos hoje situados nos territórios
de alguns países europeus (com destaque para Portugal).


Materiais

quinta-feira

Indicadores de Aprendizagem

Rome
( Série de TV)


Para te preparares bem para a ficha de avaliação, podes resolver estas questões no teu caderno. Usa o manual, o caderno da disciplina, o caderno de actividades, a internet... faz como entenderes. Mas faz.

Qual o povo que fundou Roma?

Reconta a origem lendária de Roma


Fora da Península Itálica, no Mediterrâneo ocidental, qual a cidade que mais ameaçava o poder de Roma?

De que forma terminaram as lutas com Cartago?

Por que razão os romanos chamavam ao Mediterrâneo Mare Nostrum?

Distingue o significado múltiplo do termo “Império”.


Conhecer as diferentes formas de governo em Roma ao longo da sua História


Quais os motivos que levaram à expansão territorial romana?


Como foi possível aos romanos dominarem durante tantos séculos povos de culturas tão diferentes?


Descreve quais os factores que facilitaram a integração dos povos da Península Ibérica no Império Romano.

Por que se diz que a economia romana era urbana, comercial , monetária e esclavagista?

Para além da agricultura, que outras actividades económicas se desenvolveram no Império Romano?


Quais os grandes grupos da sociedade romana?

Distinguir a evolução da sociedade romana e dos grupos sociais na República e no Império


Caracterizar a sociedade romana

Conhecer as principais instituições políticas do Império.

Comparar a importância dos órgãos políticos na República e no Império 

Explicar o significado da expressão " Panis et circensis"

Referir as principais características da arquitectura, escultura e pintura romanas.

Identificar as principais influências da arte romana.

Conhecer e caracterizar a religiosidade dos romanos

Caracterizar a originalidade artística dos romanos, sublinhando o seu carácter prático, utilitário e monumental.

Reconhecer na arte romana uma forma de enaltecimento a Roma e ao Império ( escultura, arquitetura).

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sexta-feira

Objectivos de Aprendizagem





Localizar no tempo e no espaço as primeiras civilizações

Localizar no espaço e no tempo o Antigo Egipto

Compreender a importância do Nilo para a definição do modo de vida egípcio: comércio, agricultura, religião...

Caracterizar, do ponto de vista da economia, o Antigo Egipto .

Caracterizar a sociedade egípcia.

Compreender a importância da figura do Faraó.

Compreender e aplicar os seguintes conceitos: politeísmo, teocracia, sociedade estratificada, sociedade hierarquizada,

Conhecer os principais deuses egípcios e seus atributos

Caracterizar a religião egípcia

Relacionar as práticas religiosas e funerárias dos egípcios com as suas crenças

Caracterizar a arte ( arquitectura, pintura, escultura) egípcia.

Localizar no tempo e no espaço a civilização hebraica e a civilização fenícia.

Caracterizar cada uma dessas civilizações

Compreender a importância de cada uma dessas civilizações para a nossa cultura, a Cultura Ocidental.

No final serás capaz de




Relacionar as formas de organização do espaço e os condicionalismos fisico-naturais, nomeadamente, as formas de organização económica e política decorrentes das condições geográficas.

Identificar e caracterizar fases importantes da evolução histórica

Formular hipóteses de interpretação de factos históricos

Compreender, inferir e aplicar conceitos

Distinguir os aspectos de ordem económica, social, política e cultural nas civilizações estudadas e estabelecer conexões e inter-relações entre eles.

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terça-feira

Curso Vocacional - Grécia Antiga- Objectivos de Aprendizagem



Localiza no tempo e no espaço a Grécia Antiga.

Define cidade-estado.

Indica as partes constituintes da cidade-estado

Identifica os grupos sociais atenienses.

Caracteriza-os.

Explica a importância dos cidadãos na sociedade ateniense

Identifica o regime político adoptado por Atenas no século V A. C.

Define Democracia.

Identifica a religião grega como politeísta e antropomórfica.

Caracteriza os deuses gregos.

Indica nomes de deuses e suas atribuições

Indica as características da arte grega: arquitectura e escultura .


Um resumo da matéria
 aqui
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Condicões Naturais
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Economia e Sociedade
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Religião e Cultura
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segunda-feira

Uma reconstituição do que seriam os nossos mais antigos antepassados, o Australipiteco. Há quem o não considere o primeiro da escala evolutiva argumentando que apenas a posição bípede e o uso de paus , ossos e pedras não justificam tal "honraria". Para estes, o Habilis teria sido o primeiro da espécie humana. E tu, o que achas?